A Comissão estará ligada diretamente ao Gabinete do Governador e terá como sua principal tarefa articular ações de integração entre os diversos setores do governo que atuam direta ou indiretamente com as comunidades quilombolas com as demandas das próprias comunidades que agora se vêem representados nesta Comissão. Portanto, as comunidades terão um canal direto com o Estado do Pará e seus governantes e o que se almeja é que as políticas para os quilombolas possam cada vez mais se aperfeiçoar e atender de fato a todas as demandas.
Para José Carlos Galiza, coordenador da Malungu, essa política pode trazer muitos benefícios para os quilombolas, já que irá acelerar a titulação nos territórios. “Além disso, vai gerar mais acessibilidade à outras políticas públicas como saúde e educação”, diz.
Segundo estimativas da Malungu, no Estado do Pará existem cerca de 240 comunidades quilombolas – 52 delas já contam com suas terras regularizadas, 45 por meio de títulos coletivos concedidos pelo governo estadual.
Texto do Decreto 261/2011 na íntegra
Saiba mais sobre as comunidades quilombolas do Pará
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